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Mostrando postagens de Agosto, 2015

O Verdadeiro Amor

Observei que a Disney em duas obras: o filme Málevola com Angelina Jolie e o desenho animado Frozen – Uma aventura congelante, mostra o amor verdadeiro por outra perspectiva.
No filme Malévola, o amor verdadeiro é demostrando por um beijo dado pela “Mãe adotiva”, no caso a própria. Que vendo a incompetência das fadas encarregadas pelo rei de criar a menina, praticamente assume o papel de mãe e tutora da menina, a fada madrinha.
Em outro longa animado Frozen – Uma aventura congelante. O ato de amor verdadeiro é demonstrado pela irmã Ana ao entrar em frente a espada para proteger a irmã Elsa.
O que antigamente era um príncipe sobre um cavalo branco rampante galopando em disparada para dar um beijo de amor verdadeiro, está sendo desconstruído pelas realidades vividas no dia-a-dia de uma sociedade mais realista. Inclusive em Frozen, o personagem Olaf faz ironia a essa ideia ao conversar com a Ana no momento em que seu coração está congelando, mais pelo egoísmo do Hans que assume sua ambição …

Leia novamente

Quando um autor escreve um livro, quer passar muito mais do que se pode obter em uma primeira leitura. E muitas vezes ele mesmo relendo ou ouvindo outras pessoas fazerem comentários, acaba inferindo que “aquele” conhecimento nem o próprio sabia que havia passado no livro.
O tempo, as experiências de vida, fazem com que você faça uma nova leitura de muitas coisas a respeito de sua vida e a respeito de si mesmo. Ao longo de sua vida, novas fontes de conhecimento são agregadas, ou pela leitura de novos livros, pelos amores vividos, pelos filhos... enfim por tudo que está a sua volta. O dia-a-dia agrega novos conhecimentos mesmo que você não se dê conta disso. E tudo isso altera sua forma de ver e ler as coisas que já leu ou tenha visto antes. Isso também se aplica aos filmes que você assistiu.
Observando as coisas que acontecem ao meu redor, tive uma experiência interessante sobre esse tipo de coisa. Ao rever o filme The Matrix. Um filme que acho fantástico e já vi várias vezes. No segundo…

Madeira

Me faz de berço Me faz de cadeira Me faz de mesa Até de porta e portão Mas não tem nada não Não levo magoa Te faço feliz E realizo parte de seus sonhos infantis Te acompanho no café Na janta e na hora de dormir Te apoio na hora santa suportando seus joelhos E na hora profana Sou resistente! Não te levo conte Porque tem muita gente chora aqui Mas te nessa hora Te acompanho até o seu fim

Alguém colocou a tartaruga lá

Vinha eu fazendo meu treino para corrida de rua, tenho isso como hobby. E olhe para o alto de um poste e lembrei de uma daquelas frases conhecidas: “Olha a tartaruga em cima do poste. O que que ela está fazendo lá?! ”.
Isso é mais comum do que se imagina. E uma das coisas que mais se aplica a “uma tartaruga em cima do poste” é quando uma pessoa é convidada para um desafio e não tem conhecimento da área ou foi promovido a uma nova função e ainda nem teve tempo de demonstrar a que veio e as críticas ressentidas recaem sobre ela.
De fato, a quem vê apenas a superfície, a conclusão que se pode tirar é somente uma: Tartaruga não voa. Tartaruga não escala poste. Se esta em cima do poste! Alguém colocou a tartaruga lá!
O que tenho a dizer isso é simples: Se você é a tartaruga que está no topo do poste... aprenda a voar, a usar rapel ou saltar de paraquedas.
Leia os melhores livros ou todos os livros sobre voo, procure um instrutor de voo e invista seu tempo em treinar como voar. E conte sobre su…

Urrrr Urrrrrrr

Conhecemos algumas pessoas que tem o dom de contar histórias que ao ouvi-las parecem estarmos vendo um filme, tamanho o conjunto de detalhes que as pessoas colocam no momento em que contam suas histórias.
Dias atrás estávamos voltando do almoço e começamos a lembrar de histórias de nossa infância. Em um dado momento, uma das pessoas que estava conosco falou: - Já contei pra você a história do “Urrrrr Urrrrrr”. Não. Vou contar então.
E assim começou a contar...
Quando eu era criança estava andando na minha bike de tambor. Aquelas BMX que para frear tem que girar o pedal para trás. Me lembro que vinha pedalando eu e meus amigos. E as meninas ficavam olhando. Dávamos umas pedaladas fortes e travava a roda girando o guidão e a bike saia dando aquelas de rapadas fantásticas! Era muito legal!
Para ficar mais emocionante e impressionar mais as menininhas, colocamos uma rampinha de madeira e vínhamos na pedalada em direção a rampa. E zummm! Pulávamos!  Era o máximo. E na saída a freada clássica co…