domingo, 22 de março de 2015

O encantamento da leitura

Uma das coisas mais interessantes que existem é nossa mente. Nosso cérebro, nossa capacidade de racionar, de criar.
Eu fico espantado com capacidade de alguns escritores de criar cenários, personagem, historias, atribuir culturas, forma de falar, andar, figurino, enfim um mundo paralelo saído de suas ilustres cabeças. Veja o caso de J.R.R.Tolkien e a série “Senhor dos Anéis”. Ou mesmo, J.K.Rowling e a saga de Harry Potter. Se sairmos procurando, vamos achar inúmeros autores fantásticos ou tão mais quanto esses apenas dois citados. Mas o que me vislumbra é esse poder que eles possuem de criar histórias complexas e surpreendentes. Talvez alguns considerem autores como Fiódor Dostoiévski e sua obra “Crime e Castigo” tão ou mais interessante em contra gosto aos dois anteriores. Mas não importa: São fantásticos. Do ponto de vista conseguem dominar o poder de criar histórias.
José Saramago dizia: “Somos todos escritores, só que alguns escrevem e outros não”.
Quem sabe passemos a escrever, já que somos assim considerados, escritores que não escrevem.
Embora tenha muitos autores que coletam histórias de blogs e sites de discussão, formando grandes best sellers, ainda assim, não podem ser negada a genialidade. Estruturar a história, escrever o livro não é uma tarefa simples.
Muitos escritores geniais tem o poder do encantamento, fazendo você se envolver na história, viajar e sonhar.
O poder de transformação dos livros é tão grande que no filme “O Livro de Eli”, onde o ator principal foi Denzel Washington, o desejo do vilão do filme de querer o tal livro fazia com que ele mobilizasse um grupo para caçar o tal livro, pois sabia o poder de transformação do livro.
Se você não viu o filme não vou escrever o nome do livro, mas o autor do livro em um outro filme, onde Morgan Freeman é o protagonista do autor do livro e diz ele que gosta muito de contar e ouvir histórias.
O encantamento da leitura traz consigo um segredo, o poder da transformação.
Vou ficar por aqui...
Muito Obrigado por ler Meu Blog e até me próximo texto!



domingo, 8 de março de 2015

Qual seu desejo?

A Coca-Cola resolveu entra no ramo de distribuição de água engarrafada e como é comum em suas campanhas, criou um apelo comercial para o seu produto. A água mineral natural Crystal.
Uma garrafa mais leve, de fácil reciclagem. Um espetáculo de garrafinha!
Nas propagandas apareciam alguns personagens que após tomar a água, amassavam a garrafinha e diziam: “Qual seu desejo?”
O objetivo da campanha era atrelar a atitude de amassar a garrafinha a um amuleto de sorte. Algo como: Amasse e faça um desejo. E ele se realizará.
Algo como o famoso “ossinho de galinha”, com a vantagem de não ter que disputar seu desejo com ninguém. É só ir lá e comprar. Tomar a água. Amassar a garrafinha. E pronto!
Imagine a seguinte situação: Estudante cansada, em sala de aula. Quer tomar uma pouco de água e percebe que não tem uma garrafinha à mesa.
Resolveu sair para a lanchonete da faculdade e comprar a garrafinha de água Crystal com a ideia de beber a água e depois ir ao bebedouro encher a garrafinha. Voltar para a sala de aula e assim a situação anterior estaria resolvida.
Ao sentar para tomar a água, chega um “amigo”. Que embala a conversa. Claro! Garota linda tomando água sozinha... Precisa de uma companhia. Claro! E no caso a dele!
A conversa vai para as provas... Volta para a lanchonete... Vai para as baladas... Volta para as provas. E nessas idas e vindas da conversa. Ele percebe que a água da garrafinha está acabando. É só levar mais um pouco a conversa e voltar nas balatas e das baladas para o pessoal... A garrafinha e... Boa! O “Desejo”!
Ela termina de tomar a água, coloca a garrafinha do lado dela para deixar a mensagem de que precisaria da garrafinha para o propósito ao qual ele comprou a garrafinha. E nessa idade é complicado, grana pouca não é bem assim: Vou lá comprar outra para levar pra sala de aula!
Ele observa que a água acabou... Opa! É Agora! Pega a garrafinha e olhando para ela... Amassa a garrafinha, como na propaganda. Não deixando um espacinho sem amassar e pergunta: - Qual seu desejo!
- Te matar infeliz!
Bom... A conversa acabou indo para... Deixa para lá!

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