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Mostrando postagens de 2015

O Verdadeiro Amor

Observei que a Disney em duas obras: o filme Málevola com Angelina Jolie e o desenho animado Frozen – Uma aventura congelante, mostra o amor verdadeiro por outra perspectiva.
No filme Malévola, o amor verdadeiro é demostrando por um beijo dado pela “Mãe adotiva”, no caso a própria. Que vendo a incompetência das fadas encarregadas pelo rei de criar a menina, praticamente assume o papel de mãe e tutora da menina, a fada madrinha.
Em outro longa animado Frozen – Uma aventura congelante. O ato de amor verdadeiro é demonstrado pela irmã Ana ao entrar em frente a espada para proteger a irmã Elsa.
O que antigamente era um príncipe sobre um cavalo branco rampante galopando em disparada para dar um beijo de amor verdadeiro, está sendo desconstruído pelas realidades vividas no dia-a-dia de uma sociedade mais realista. Inclusive em Frozen, o personagem Olaf faz ironia a essa ideia ao conversar com a Ana no momento em que seu coração está congelando, mais pelo egoísmo do Hans que assume sua ambição …

Leia novamente

Quando um autor escreve um livro, quer passar muito mais do que se pode obter em uma primeira leitura. E muitas vezes ele mesmo relendo ou ouvindo outras pessoas fazerem comentários, acaba inferindo que “aquele” conhecimento nem o próprio sabia que havia passado no livro.
O tempo, as experiências de vida, fazem com que você faça uma nova leitura de muitas coisas a respeito de sua vida e a respeito de si mesmo. Ao longo de sua vida, novas fontes de conhecimento são agregadas, ou pela leitura de novos livros, pelos amores vividos, pelos filhos... enfim por tudo que está a sua volta. O dia-a-dia agrega novos conhecimentos mesmo que você não se dê conta disso. E tudo isso altera sua forma de ver e ler as coisas que já leu ou tenha visto antes. Isso também se aplica aos filmes que você assistiu.
Observando as coisas que acontecem ao meu redor, tive uma experiência interessante sobre esse tipo de coisa. Ao rever o filme The Matrix. Um filme que acho fantástico e já vi várias vezes. No segundo…

Madeira

Me faz de berço Me faz de cadeira Me faz de mesa Até de porta e portão Mas não tem nada não Não levo magoa Te faço feliz E realizo parte de seus sonhos infantis Te acompanho no café Na janta e na hora de dormir Te apoio na hora santa suportando seus joelhos E na hora profana Sou resistente! Não te levo conte Porque tem muita gente chora aqui Mas te nessa hora Te acompanho até o seu fim

Alguém colocou a tartaruga lá

Vinha eu fazendo meu treino para corrida de rua, tenho isso como hobby. E olhe para o alto de um poste e lembrei de uma daquelas frases conhecidas: “Olha a tartaruga em cima do poste. O que que ela está fazendo lá?! ”.
Isso é mais comum do que se imagina. E uma das coisas que mais se aplica a “uma tartaruga em cima do poste” é quando uma pessoa é convidada para um desafio e não tem conhecimento da área ou foi promovido a uma nova função e ainda nem teve tempo de demonstrar a que veio e as críticas ressentidas recaem sobre ela.
De fato, a quem vê apenas a superfície, a conclusão que se pode tirar é somente uma: Tartaruga não voa. Tartaruga não escala poste. Se esta em cima do poste! Alguém colocou a tartaruga lá!
O que tenho a dizer isso é simples: Se você é a tartaruga que está no topo do poste... aprenda a voar, a usar rapel ou saltar de paraquedas.
Leia os melhores livros ou todos os livros sobre voo, procure um instrutor de voo e invista seu tempo em treinar como voar. E conte sobre su…

Urrrr Urrrrrrr

Conhecemos algumas pessoas que tem o dom de contar histórias que ao ouvi-las parecem estarmos vendo um filme, tamanho o conjunto de detalhes que as pessoas colocam no momento em que contam suas histórias.
Dias atrás estávamos voltando do almoço e começamos a lembrar de histórias de nossa infância. Em um dado momento, uma das pessoas que estava conosco falou: - Já contei pra você a história do “Urrrrr Urrrrrr”. Não. Vou contar então.
E assim começou a contar...
Quando eu era criança estava andando na minha bike de tambor. Aquelas BMX que para frear tem que girar o pedal para trás. Me lembro que vinha pedalando eu e meus amigos. E as meninas ficavam olhando. Dávamos umas pedaladas fortes e travava a roda girando o guidão e a bike saia dando aquelas de rapadas fantásticas! Era muito legal!
Para ficar mais emocionante e impressionar mais as menininhas, colocamos uma rampinha de madeira e vínhamos na pedalada em direção a rampa. E zummm! Pulávamos!  Era o máximo. E na saída a freada clássica co…

As tartarugas

Estava conversando com os colaboradores da empresa e explicando da necessidade que existe na empresa de sermos “multi-tarefas”. Embora esse conceito seja discutível, a ideia foi falar a respeito da necessidade de dar continuidade a uma outra tarefa quando por algum motivo a tarefa em execução é interrompida por n motivos (dependência de atuação de outra área, compra ou entrega de um novo componente entre outros). Trabalhamos em duas frentes: On-going (atendimento de tickets) e Delivery (atendimento a atividades de projetos).
Em meio a explicação, um dos colaboradores experiente em Delivery, fez uma metáfora referente as atividades de um modo geral que achei fantástica. Achei interessante e achei por bem escrever.
Nas palavras dele foi assim descrito: A situação é a seguinte: Você tem que tomar conta de cinco tartarugas. Uma tartaruga sai andando. Você pega a tartaruga e coloca de volta no lugar. E fica de olho nas outras. Assim vai...
A tartaruga dois sai. A três sai. A quatro e a cinco sa…

O engano da lembrança

Quando um relacionamento termina ou mesmo você se afasta de uma pessoa, não importando o motivo: A pessoa foi morar em outro país, ou cidade. Algo acontece de maneira que se perde o contato com a pessoa. Os relacionamentos são os melhores exemplos para ser usando sobre o raciocínio que pretendo abordar.
Em um relacionamento se convive horas, dias, semanas, meses, anos com uma pessoa, de forma que passa não apenas a compartilhar o convívio, mas também sua memória, seus desejos, seu tempo. Em fim sua vida. Ocorre um processo, que diria seria uma simbiose, talvez nem tanto assim. Você pensa nela e ela pensa em você a respeito das coisas que fazem ou farão. É assim.
Quando o relacionamento acaba, não importa o motivo, a pessoa não sai de você de uma hora pra outra. Não funciona como nos filmes. Acabou, desligou.
Mesmo que você nutra raiva, ou ódio pela pessoa, quando toda essa energia ruim passar, volta as lembranças boas e o sentimento simbiótico retorna, mesmo que você não queira e mesmo s…

O encantamento da leitura

Uma das coisas mais interessantes que existem é nossa mente. Nosso cérebro, nossa capacidade de racionar, de criar. Eu fico espantado com capacidade de alguns escritores de criar cenários, personagem, historias, atribuir culturas, forma de falar, andar, figurino, enfim um mundo paralelo saído de suas ilustres cabeças. Veja o caso de J.R.R.Tolkien e a série “Senhor dos Anéis”. Ou mesmo, J.K.Rowling e a saga de Harry Potter. Se sairmos procurando, vamos achar inúmeros autores fantásticos ou tão mais quanto esses apenas dois citados. Mas o que me vislumbra é esse poder que eles possuem de criar histórias complexas e surpreendentes. Talvez alguns considerem autores como Fiódor Dostoiévski e sua obra “Crime e Castigo” tão ou mais interessante em contra gosto aos dois anteriores. Mas não importa: São fantásticos. Do ponto de vista conseguem dominar o poder de criar histórias. José Saramago dizia: “Somos todos escritores, só que alguns escrevem e outros não”. Quem sabe passemos a escrever, já q…

Qual seu desejo?

A Coca-Cola resolveu entra no ramo de distribuição de água engarrafada e como é comum em suas campanhas, criou um apelo comercial para o seu produto. A água mineral natural Crystal. Uma garrafa mais leve, de fácil reciclagem. Um espetáculo de garrafinha! Nas propagandas apareciam alguns personagens que após tomar a água, amassavam a garrafinha e diziam: “Qual seu desejo?” O objetivo da campanha era atrelar a atitude de amassar a garrafinha a um amuleto de sorte. Algo como: Amasse e faça um desejo. E ele se realizará. Algo como o famoso “ossinho de galinha”, com a vantagem de não ter que disputar seu desejo com ninguém. É só ir lá e comprar. Tomar a água. Amassar a garrafinha. E pronto! Imagine a seguinte situação: Estudante cansada, em sala de aula. Quer tomar uma pouco de água e percebe que não tem uma garrafinha à mesa. Resolveu sair para a lanchonete da faculdade e comprar a garrafinha de água Crystal com a ideia de beber a água e depois ir ao bebedouro encher a garrafinha. Voltar para a…

Aprendendo pela simplicidade

Me peguei pensando em uma das muitas conversas que tenho com as pessoas com quem trabalho. Percebi que em um dado momento da conversa a pessoa com quem falava ficou muito triste. E aquilo me incomodou, pois achei que deveria fazer algo para reverter aquele sentimento, visto que no ar vinha um sopro de inconformidade do qual acreditei que seria duro reverter, mas que não poderia desistir. Afinal é meu papel motivar as pessoas. Sempre acreditei nisso. Independente da minha função, do meu trabalho. Como um ser humano que se incomoda com o próximo, é função, é papel dele fazer algo. Entre outras conversas falei: “Você precisa entender que não são os tombos que você tomou que irão determinar sua vitória ou derrota. Mas sim, sua capacidade de se manter em pé, de se levantar a cada tombo”. É mais uma daquelas frases motivacionais do personagem Rocky Balboa em seus “Rocky Balboa inspirational speech”. Ao ouvir essa frase a pessoa parou, me olhou fixo e disse: Esta não é a primeira vez que caio,…

Chuva de dinheiro

Ao longo da vida conhecemos pessoas que parecem ficar paradas no tempo. Passam anos e parece que está absolutamente no mesmo lugar. Locais que parecem estarem parados no tempo ou as mudanças ocorrem em outra velocidade, em uma velocidade muito inferior a sua. Há situações que isso é bom. E algumas deseja por um instante que o tempo pare. Mas há situações que a paciência é tudo que te sobra. Saber que tudo poderia estar melhor e não querem, pelo simples fato de não fazerem nada! É terrível. Ou pelo simples fato de não entenderem o time, a urgência. Um exercício constante de paciência maior, ver desejar ter isso, aquilo, comprar isso, comprar aquilo... Comprar de um tudo e de um tudo o mundo. E não ter um nada para comprar nem um ísimo do tudo que deseja do mundo comprar. Parado fica desejando de tudo ter, acreditando que em algum momento vai haver uma “Chuva de dinheiro”.