terça-feira, 22 de julho de 2014

Palavras jogadas ao vento

Às vezes você fala as coisas e não tem ideia de onde vai chegar ou se o interlocutor captou a mensagem ou não.
E muitas vezes você esta conversando de maneira descompromissada ou mesmo endereçada, conversando diretamente com a pessoa e não sabe se a fala ou aquela conversar vai dar em alguma coisa.
Às vezes falamos por falar. Eu mesmo quando vejo a oportunidade falar algo para um jovem e percebo que ele tem interesse na conversa procuro aconselhar nos pontos em que considero que se tivesse uma orientação quando na idade dele, talvez as coisas fossem melhores. É claro que não posso ser afirmativo nesse tipo de sentimento, afinal ninguém sabe se determinado acontecimento em determinado momento da vida faria ou não grandes diferenças. São inferências.
E foi em uma dessas conversas que falei para um menino, que na época devia ter por volta de 13 anos de idade, sobre como fazer para cuidar do pouco que viria a ganhar. Em uma época que li os livros de Gustavo Cerbasi.
Passados alguns anos, recebi a visita da mãe dele em minha casa e em meio a tantas conversas ela virou pra mim e disse: Lembra de uma vez que você esta dando uns conselhos pro meu filho? Lembro-me como hoje você conversando com ele. Pois então! Ele esta seguindo a risco o que você falou. Já comprou uma moto. Tá tirando carta de motorista para dirigir caminhão.
Ouvindo a mãe dele falar, percebi que ele tinha planos para o futuro. Gostei de saber, principalmente porque ele vive em uma região no interior do Ceará onde trabalho e condições de desenvolvimento profissional são itens em que há muito para desenvolver.
Pode ser que o que tenha falado não tenha influenciado em nada na vida dele, que ele seguiria por esse caminho, independente do que eu tenha aconselhado. Mas prefiro acredito que tenha feito alguma diferença na vida dele.
Vou ficar por aqui...
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