terça-feira, 29 de abril de 2014

Na nossa vida tudo é como um carrossel

O diretor da empresa solicitou uma reunião com os lideres e especialistas da empresa para uma conversar. Algo que ele definiu como “um bate-bapo”.
Quanto fiquei sabendo disso pensei: Agora vai rolar uma CRG (Comida de Rabo Geral). Estávamos trabalhando em um projeto de visibilidade e trabalhando muito para as coisas saírem dentro das expectativas tanto nossa e principalmente como as do cliente. Como todo projeto grande, um item ou outro pode sair errado e ter que usar o plano de contorno, nesse projeto foi o que aconteceu. Bom... O que é aceitável para mim, pode e com certeza é inaceitável para outra pessoa, principalmente quando essa outra pessoa esta em uma posição de maior visibilidade. Dai a minha ideia de “CRG”.
E fomos lá para a reunião.
Não deu outra! O diretor foi falando sobre o que havia acontecido na reunião com o cliente. Depois foi apontando um a um onde cada um falhou ou poderia ter feito melhor. E como deveríamos trabalhar com o sentimento de donos não só da atividade mais do todo, trabalhar em conjunto e pensar no projeto como se fossemos donos do projeto, donos da empresa. Fazer o que deve ser feito para que tenha qualidade.
Saiu de um tom repreensivo e entrou em um tom conciliador e passou a fazer, segundo meu ponto de vista, coaching com todos na reunião. E uma das falas que me chamou atenção, pois o nosso mentor de liderança já havia usado um paralelo com “O ticket e O trem”. Ele falou entre outras coisas de grande importância à nós, algo que vou tentar reproduzir que considerei de grande sabedoria. Foi algo com o seguinte conteúdo:
“Na nossa vida tudo é como um carrossel. Os cavalinhos vão girando e passando na nossa frente. Mas para subirmos no cavalinho, nós precisamos estar preparados.
Se você trabalha a cinco, seis, ou mais anos em uma mesma posição. Deve pensar a respeito disso.  Afinal o carrossel continua girando e quando um cavalinho passar a sua frente, você não terá condições de subir nele.
Muitos profissionais tem o raciocínio que por esta a anos na mesma empresa, acreditam que devem ser promovidos na próxima oportunidade, vindo a assumir o  papel de liderança na área. Mas nunca se preocuparam em se questionar se tem ou não capacidade de “subir no cavalinho”. Quando chega um novo funcionário e simplesmente aproveita que há um “cavalinho vago” no carrossel e sobe. Ficam praguejando o fato de não terem sido promovidos.
Vocês precisam se preparar para quando isso acontecer terem condições de subir assumir novas posições. Por tanto, se preparem para quando esse momento chegar.
Se você trabalha em uma empresa americana a anos e ainda não fala inglês, não vai poder reclamar quando a oportunidade chegar e você não pode alcança-la.”
Ele falou mais coisas que causou um silêncio sepulcral na sala. Eu olhando para as pessoas percebia que a mensagem foi entregue e que causou, do meu ponto de vista, o feito esperado. É certo que sempre encontramos alguns que consideram tudo isso uma tremenda babaquice... Pois bem: São esses que ficam olhando o cavalinho passar e ainda que o cavalinho parar, que o carrossel parar para ele subir, não terá condições de subir.
Eu gostei muito da conversa que considerei trazer aqui para você deixar seu comentário.
Bem, fico por aqui...
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domingo, 27 de abril de 2014

O que foi que deu errado?!

Durante toda uma vida, você se limitou a fazer coisas que poderia fazer e não fez pelo simples medo do amanhã.
Passou a vida economizando, se privando de algumas diversões que com um simples planejamento acrescentaria mais dias de felicidades a sua vida.
De repente, seu relacionamento termina e por incrível que pareça você arruma condições de: #Viajar, #PartiuBalada, #QueroSerFeliz e põe mais hash tag nisso!
Por que não fez isso antes?
Ficou com medo de um amanhã que não chegou. Fez uma economia que não se justificou. Não que seja errado economizar, mas tem que haver um meio termo entre economizar e se divertir.
De repente acredita que tudo o que vinha fazendo perdeu o sentido, porque seu relacionamento terminou, como se a vida acabasse e por isso tudo não tem mais sentido.
Você já viu essa historia várias vezes ou algumas vezes na sua vida. Se ainda não viu pode ter certeza que vai ver. Se é que isso já não aconteceu com você.
A maioria dos relacionamentos é constituída dessa maneira: Casais em condições de serem felizes ou mais felizes vão levando a vida, literalmente levando a vida, ao invés de vivê-la.
Caem na monotonia patética que poderia ser evitada com uma simples conversa, passam às vezes a vida disputando um com o outro o que não é preciso disputar. Passam a vida brigando ao invés de serem felizes, quando simplesmente poderiam.
Criam um istmo que quase vira um oceano entre um e o outro. E quanto tudo termina se perguntam: - O que foi que deu errado?!
Quando na verdade sabiam, mesmo que inconscientemente que uma hora chegaria ao fim. Afinal as pessoas se casam para serem felizes, mas há algumas que casam para terem companhias e talvez seja esse o problema.
Sinceramente, não posso negar que já cair nessa armadilha da vida. E tento o tempo todo me observar, avaliar e ver se estou sendo realmente autoconsciente em relação a mim mesmo e responder perguntas básicas como: “Quem sou?” , “Onde Estou?” e  “Para onde vou?”. Certamente que nem sempre tenho a resposta de imediato para todas...

Vou ficar por aqui...
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