quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

DesCorretor Ortográfico

Essa coisa de usar corretor ortográfico no celular ainda vai causar confusões e confusões das graves. Se é que já não andou causando por ai.
É muito útil, mas uma pequena falta de atenção ou pressa... E tudo pode sai errado.
Lembro-me que fui comprar uma capinha de celular com minha filha e como ela gostou muito do que comprou, acho que deveria enviar uma mensagem para a amiga.
Antes de enviar a foto da capinha mandou a mensagem:
“Menina! Comprei uma calcinha que você precisa ver que linda!”
A amiga respondeu na hora
“Nossa me conta?! Tenho muitas ousadas.”
Quando ela leu a resposta percebeu que havia algo errado com a mensagem que havia passado. Voltou na mensagem e percebeu que o Corretor Ortográfico havia “caído na água”... Tipo um Gremlins... Virou do mal! Escreveu tudo errado. Trocou a palavra “capinha” por “calcinha”.
E não foram um, nem duas, mas diversas vezes que tive que voltar no meu twitter e apagar o que twittei por conta de erros grosseiros provocados pelo “Descorretor” Ortográfico.
O Corretor ortográfico faz das duas uma: Ou faz a frase perder completamente o sentido ou dá um novo sentido a uma frase. E normalmente algo que você não queria.
Estava ouvindo a música Rio Araguaia, uma moda de viola e quis twittar um trecho da música:
“Derrubamos um boi n'agua
Enquanto as picanhas comem
Temos que passa ligeiro
Toque logo esse boi velho
Que vale pouco dinheiro
~ Rio Araguaia”
E deixei. Minha esposa pegou a mensagem e começou a rir. Eu fique sem entender. E esperando ela parar de rir pra me falar.
- Você escreveu “picanha” comem! kkkkk
Não tive alternativa... Ri com ela! Desde quando uma “Picanha” come um boi ?!
Que idiota que ficou a frase. Apaguei o que tinha twitado e fiz a correção.
Era para escrever “Piranha”!!!
Bom... Deixe nos comentários o tipo de “Des”Correção que seu Gremlins Ortográfico já fez.
Vou ficar por aqui...
Fique à vontade para deixar seus comentários...
Muito Obrigado por ler Meu Blog e até me próximo texto!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Ser um animal muito grande

Cada um possui sua crença ou nem possui.
Eu sou Cristão. Cristão Evangélico.
Há pessoas que só de ouvir falar que alguém é evangélico, já coloca a etiqueta de “Ignorante” de olhar na testa da pessoa que falou. Há outros que colocam outras etiquetas como “idiota” naqueles que falam que tem religião.
Na bíblia sagrada está escrito que temos uma única vida terrena. Não é meu objetivo fazer estudos bíblicos, até por que não sou credenciado pra isso. Mas você pode encontrar na Bíblia em Hebreus 9:27 e 28 – “E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.
Existem religiões que acreditam em reencarnação. Há religiões que acreditam que os seres humanos se reencarnam apenas em seres humanos e vão e voltam até evoluir e entrar em um nível espiritual mais elevado. E outras acreditam que o homem ao morrer pode reencarnar em qual outro ser.
E foi vendo as pessoas falarem sobre reencarnação e um comentário sobre o que a artista plástica mexicana Frida Kahlo que falava que: Na existência de reencarnação não gostaria de voltar como ser humano. E revolvi entrar nessa discussão, que todos chamamos de “brincadeira”, visto que muitos levam a sério essa teoria e não quero desrespeitar ninguém. E me perguntaram o que eu queria ser se existe a reencarnação. Discursei sobre minha religião, como fiz no início do texto... E entrei na brincadeira.
Seria interessante ser um animal grande, muito grande. Um animal que quando um ser humano visse ficaria assim... “Desacreditado”! Uma animal gigante mesmo... Com 20 metros de tamanho e pesando algo como 12 toneladas, com uma pele de 10 cm mais ou menos de espessura, um tubarão-baleia. Ou uma Orca uma baleia rápida e muito inteligente. Mal acabei de falar... E ouvi:
- Quêeee! Já nascer gorda! Tá loco! Se fosse pra nascer na água, no máximo, no máximo: Uma sardinha. E olha lá se não for um cavalo-marinho!
Aqui acabou a brincadeira... Rsss Foi só risada!
Vou ficar por aqui... Rsss
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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Coisas que não entendo

Há coisas que não entendo e sinceramente por mais esforço que faça não vou conseguir entender.  Ou é maldade demais ou é falta de percepção do sentimento alheio.  O fato é que a convivência trás bem pra perto os verdadeiros sentimentos, mas quando não se sabe o que levou a tal comportamento é melhor contar e você decide o que de fato é.
Viajar e contar histórias são coisas que gosto de fazer. E por vezes viajando ao longo também ouvimos histórias. Logo se ouve um historia e se achar interessante se escreve a historia. É o caso dessa história que vou contar. Peguei em uma viagem que fiz e no caminho foram me contando. A pessoa quem me contou mostrou um sentimento tão doido de coisa que se perdeu e sabe que não se pode voltar, mesmo que existam recompensas, aquele tempo não mais será recuperado.
Engraçado como a vida nos força a olhar pra trás e infelizmente com algum pesar.
Olhando para trás, medindo o tempo que passou se viu olhando para uma menina que agora próximo dos seus 10 anos, se acordou para uma realidade doída. Em um comentário simples: “Não vi nenhuma festa dela quando bebê...”.
Depois do comentário o rosto mudou a forma, deixam a marca da dor na alma. A lágrima não caiu porque como navalha cortou a alma por dentro.
Contou que um de seus irmãos depois de casado passou a morar distante. Casou-se com uma mulher que não é muito chegada a família dele.  Sendo assim, as festas de natal, ano novo eram passadas no isolamento do casal, como se a famílias não existissem para eles. Como eles por si se bastassem.
Passaram se anos, quando o casal resolveu ter um bebê. Todos ficaram felizes e acreditaram que seria diferente dessa vez, que se aproximariam. A matriarca com experiência de vida foi categórica em afirmar que não mudariam não. Conhecia a esposa que o filho havia arrumado e que se fosse pra ele ser feliz que ficasse assim mesmo. Não deu outro: Sua previsão se confirmou.
E assim se foi por anos... Ano novo uma passada para cumprimentar. Natal no dia seguinte e quando não dois dias depois do natal e do ano novo. E tudo se segue como previsto pela matriarca.
Quando a criança entrou na escola e começou a fazer suas apresentações anuais, pensaram que mudaria que seriam chamados para ver o bebê participando das cerimônias, mas a matriarca não havia errado nem nisso. Assim seguindo a rotina da felicidade, na linha de não incomodar ninguém, a vida seguiu em frente.
Nas reuniões familiares sempre que o assunto se declinava para o assunto, a própria matriarca para proteger seu filho do desagravo mudava o assunto. Como se acreditando que poderá fazê-lo para sempre... Ou até quando puder.
Sendo a família composta por mais irmãos, um deles convidou a todos para participar de uma apresentação de uma das filhas. Compraram os convites e foram todos a festa.
Por uma coincidência do destino, que tem essa mania de usar essa palavra, no dia da festa, na mesma hora, estava lá a filha do outro irmão. Ficou surpreso ao ver todos ali, pois não sabia que todos iriam. Ficou um sentimento gostoso, como se tudo fora programado com antecedência, como se todos houvessem comprado os ingressos com a plena certeza que todos confraternizariam aquele momento. E assim o foi.
Não houve um único comentário a respeito do que acontecera. Todos se cumprimentaram como se não de estranho estivera acontecendo e assim curtiram a festa.
Por um momento, a janela do passado foi aberta para aquele momento presente e se sentiram felizes. Se esqueceram de tudo o que havia acontecido até aquele momento. Ficaram felizes como tivera participado de todas as festas ao longo de todos aqueles 10 anos.
Passado o momento da festa e todos voltando pra casa, se pegou a pensar. E fez a si o comentário que deu origem ao texto e ao meu silêncio diante da pessoa.
Em um comentário simples: “Não vi nenhuma festa dela quando bebê...”.
Não sabia o que falar...
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