quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Cientistas conseguem fazer o homem

Contar histórias é muito bom...
E como não poderia ser diferente...
Vou contar uma história. Na verdade um conto...
Bom... Vamos ao conto...
Toda essa discussão sobre Deus e a ciência que persegue a história da humanidade. Uma discussão por muitas vezes acalorada, afinal o ser humano por característica, independente de ser temente a Deus, ou melhor, de acreditar ou não em Deus; não a deixa de lado. Sendo assim, algumas vezes as discussões viram brigas acaloradas.
Mas conta-se que depois de longos estudos em laboratórios, investimentos intermináveis, pesquisas por meses, anos... E muitos, mas muito dinheiro gasto; Eis que os cientistas conseguiram fazer o homem tal qual e da mesma maneira que Deus o fez. Da mesma forma conseguiram se por em tal condição que chegaram a chamar a Deus.
Eis que Deus entendendo os anseios dos cientistas, considerou ter com eles. E estando Deus na presença deles. Eles se exaltaram e com muita soberba se dirigiram a Deus e disseram:
- Sabemos fazer o homem tal qual fizeste. Com base em nossas pesquisas seremos capazes de fazer uma nova humanidade.
Eis que Deus disse a eles:
- Mostra-me como isso se sucede. Façam então um homem da mesma maneira que Eu o fiz.
Os cientistas trouxeram diante de Deus uma porção de barro. E quando se colocaram a prepara-lo para fazer o homem, eis que Deus lhes disse:
- Antes, façam o vosso barro. Estão usando o meu barro.
Foi então que se deram conta que precisariam voltar um passo atrás.
Haverá coisas que você jamais terá como explicar, por um simples motivo: São mistérios de Deus.
Claro que você tem o direito de discordar. Mas sabe que todos os dias, mesmo enquanto dorme, seus pulmões se enchem de algo que você não vê, mas tem certeza que é essencial, pois não existiria sem ele.
Vou ficar por aqui e fique à vontade para deixar seus comentários.
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sábado, 26 de outubro de 2013

Eficaz e Eficiente

Foi almoçar com as pessoas do meu trabalho, logo após uma visita daquelas que você sai com o sentimento de dever cumprido. Mas sabe que se foi chamado para conversar é porque sabe que algo deu errado. Em outras palavras foi chamado para explicar o que aconteceu e por que aconteceu. Bom... Isso é outra história.
Logo após a refeição, pedimos o café. Eu não gosto de tomar o café puro, sempre peço com um pouco de leite. Nem por isso não sei apreciar um bom café. Pedi a garçonete um café com um pouco de leite, mas não tinha. Estava com tanto vontade de tomar um café que aceitei sem leite mesmo.
Quando o café chegou. Chegaram com saches de adoçantes e não veio açúcar. Pedi então o açúcar. Ela me falou que não tinha açúcar em sache, mas que verificaria se conseguia trazer o açúcar pra mim. Não passou muito tempo, chegou a garçonete com um pouco de açúcar em um de copinho.
Nessa hora uma das pessoas que estava com a gente a mesa, olhou para a garçonete e disse em um bom e sonante sotaque carioca:
- Você foi ótima! Você realmente fez o “algo mais”. Fez a diferença. Improvisou a entrega do açúcar ao cliente. Perfeito!
E olhando pra mim disse:
- Tá vendo! É isso! É isso que precisamos fazer. Precisamos entregar com eficiência o que nos é pedido e com esse “algo mais”.
Por incrível que pareça, exatamente naquela semana, havia comentado com outro colega as diferenças de ser eficiente e ser eficaz.
São palavras que no resumo significam a mesma coisa: A entrega foi feita. Mas possui um sentido completamente diferente quando colocado em prática faz uma diferença muito grande.
Se a garçonete apenas me servisse o café. Ela teria sido eficaz. Afinal o café foi servido. E quando o pedido foi feito, fui avisado que não tinha leite. Não mencionei que queria açúcar, então ela trouxe o adoçante.
No entanto, quando ela chega com o açúcar, ela foi eficiente. Além de servir o café, me trouxe o açúcar de maneira muito rápida de maneira que pude tomar meu café com o açúcar que eu queira. Ela fez “o algo mais”.
Você vai encontrar mais pessoas eficazes que eficiente, quando não completamente incompetente. E isso é quase uma regra no Brasil, a começar pelos nossos governantes.
Lembro-me de certa vez ter me encontrado com o Administrador Antônio Ermírio de Moraes no Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo, pegando um papel no jardim e colocando na lixeira. Uma das frases que ele me falou ficou marcada em minha vida:
“... Só trabalhei. Se as pessoas trabalhassem um pouquinho mais já faríamos a diferença. Mas tem é muita gente preguiçosa neste país”.
Vou ficar por aqui... Fique à vontade para deixar seus comentários...
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Balão

Esta é uma daquelas histórias ou das tantas histórias que se ouve quando recebemos missionários na Igreja, no caso, vou a Assembleia Deus do Bom Retiro (ADBR). E posso afirmar que em tantas outras igrejas que existem pelo mundo, certamente você poderá ouvir muitas historias contados por eles.
Tudo bem se você não é religioso, mas uma história é sempre uma história. E é isso que gosto de contar aqui... Vamos lá. Contando...
Os irmãos em Cristo precisavam entrar em outro país para pregar, levar a palavra de Deus àqueles que não têm conhecimento dela.
Havendo grandes dificuldades de entrar no país, pois a Bíblia Cristã é repudiada. E quem com ela for pego, além de ser surrado, é presos e muito mal tratado.
Estando os irmãos do outro lado da fronteira, precisando que a palavra de Deus chegasse até eles, oravam pedindo ao Senhor que desse uma estratégia aos irmãos que se encontravam do outro lado.
E estando um dos irmãos orando, eis que o Espirito Santo de Deus falou claramente em seu coração: “Balão”.
Ficando o irmão sem entender, ficou com aquilo na cabeça... Balão.
Ao sair da igreja, olhou para o alto e conversou novamente com Deus. Balão. E viu um... Balão.
Voltando a orar como os outros irmãos, comentou entre eles o que havia falado Deus ao seu coração. E todos começaram a pensar em torno do balão.
Eis que a estratégia foi revelada: Fizeram eles um balão e o encheram de gás hélio. O material usado foi um tipo de plástico onde foi escrito em sua parte externa o Evangelho de Marcos. E produziram centenas de balões que eram enviados para além-fronteiras ao anoitecer.
Vou ficar por aqui...
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domingo, 13 de outubro de 2013

Meu Avô Materno Manoel Messias de Araújo

Manoel Messias de Araújo nasceu em 28 de junho de 1.899 e faleceu com 84 anos de idade em 04 de junho de 1.984 às 5h30min na Santa Casa de Misericórdia de São Simão. Vitimado por um “A.V.C – Tromboembolismo”.
Interessante perceber que por ideologias as pessoas acreditam que a história da família pode ser enterrada por esse tipo de comportamento.
Os restos mortais de uma ser humano não é ele. É parte da história dele.
O túmulo do meu avô Manoel Messias de Araújo nunca foi visitado pela filha, minha mãe Dona Rafaela. Perguntei a minha mãe qual o motivo e a resposta foi: Não tínhamos costume de visitar ou de ver o enterro nem de pai e mãe naquela época.
Devido a esse tipo de pensamento, minha mãe ficou 29 anos sem nunca ter pisado se quer no cemitério onde seu pai foi enterrado.
Minha esposa Elaine, fez a pesquisa na prefeitura de São Simão e encontrou as informações sobre o número do jazigo onde os restos mortais de meu avô se encontram depositados. E na documentação apontou como jazigo perpétuo.
Perguntado a minha mãe, ele me contou que a última esposa do meu avô, que foi casado por três vezes, comprou com ele o jazigo, porque dizia ela querer ser enterrada ao lado dele. E no jazigo está lá os restos mortais dela também.
No atestado de óbito do velho Manoel Messias está escrito: “O falecido foi casado com Maria Antônia da Conceição, em Cajuru-SP, aos 28/07/1928 - em 1ªs núpcias, existindo os filhos: Luzia, Manoel, Gabriel, João, Rafaela, Antônia, Orlando, Guilhermina, Amélia, Adolfo, José e Jeremias; e netos. Casado em 2ªs núpcias nesse cartório com Aparecida Divina de Araújo em 31/12/1971, não existindo filhos. Casado em 3ªs núpcias neste cartório com Benedicta Luiz de Araujo em 31/06/1982”. Pelo visto Sr. Manoel só não enterrou a última.
Minha esposa me contou que Mamãe se emocionou ao sair do cemitério e saber que os restos mortais do pai dela se encontravam ali. Ela falou: “Você sabe que eu me emocione! Por saber que os ossinhos do meu pai estavam ali”.
Do meu ponto de vista, não se trata de religião, mas sim de preservar a história da família. Mas acredito que isso seja um pensamento meu, coisa que não encontro entre a maioria dos meus amigos e principalmente na minha família. Esse é um tipo de comportamento que precisa ser ensinado para as gerações seguintes.
Vou continuar pesquisando. E o que posso dizer é que a minha bisavó se chamava Guilhermina Maria Pinto, natural de Cajuru-SP.

Vou ficando por aqui.