terça-feira, 13 de agosto de 2013

Tudo que sobre desce

Se tem um ditado antigo é esse “Tudo que sobre desce”. Existem outros tantos com significados semelhantes, algo como: “Pedra atirada ao alto sempre cai sobre a cabeça”. Poderia ficar citando aqui vários outros ditados que trazem consigo o mesmo sentido, o mesmo significado.
Essas frases trazem um significado que muitas vezes são observados com ironia. Acredito que seja pelo peso da mensagem, a forma como é passada nem sempre está ligada a um ensinamento, mas a uma forma irônica de repreensão.
Esta mensagem pode ter várias ensinamentos e um deles eu acredito que seja algo como: Nunca acredite que aquilo que você fala de uma pessoa não chegará até ela. Seja por bem, seja por mal.
Esta é uma lição que está incluída nessa mensagem de maneira muito subliminar. Não seja inocente a ponte de acreditar que algo que você fale em uma reunião ou mesmo em uma conversa descompromissada com uma amigo não chegará ao ouvido de quem se destina. Tenha certeza que de alguma maneira isso chegará a quem você deve chega, seja para agradar ou desagradar. Você já deve ter ouvido outro ditado “As paredes tem ouvidos”. E se ela não tem ouvidos, saiba que as pessoas ao lado... Certamente possuem. Por tanto, pense antes de fazer uma comentário infeliz.
Que sejam abundantes seus elogios e bem pesados os seus desdém...
“Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.” 
Mateus 12:37
Vou ficar por aqui... Fique à vontade para deixar seus comentários...
Muito Obrigado por ler Meu Blog e até me próximo texto!

Um comentário:

  1. É isso aí meu amigo Adalberto. Também penso que esse nosso mundo é sustentado por misteriosas e racionais leis de retorno, ou seja, colhemos o que plantamos. Uma vez ouvi uma frase que dizia o seguinte ... "Somo hoje o resultado do que lemos e dos relacionamentos que tivemos nos últimos 5-10 anos". Pode parecer agressiva e soar imediatista, mas independente do tempo, penso que nossas ações são formadas pelo resultado da formação social que possuímos. Vivemos em uma grande e invisível gangorra, cujas ações vão e vem. Grande abraço.

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