sexta-feira, 18 de maio de 2012

Tempo Mágico...


No horário do almoço, na saída do restaurante... Uma senhora me entregou uma sacolinha azul e disse: “Senhor um brinde para você”.
Na verdade era mais uma daquelas sacolinhas cheia de propagandas... Como tinha uma caneta de brinde... Logo todos se interessaram pela sacolinha.
Assim que peguei a sacolinha, peguei um panfleto simples dela...  E descompromissado... Comecei a ler em voz alta... Ao longo da leitura fui percebendo o quando lindo era o texto. E o texto não estava relacionado nada com a empresa, apenas um texto. Percebi então que o meu brinde era esse texto “Tempo Mágico...” cujo o autor é desconhecido.  Veja que texto gostoso de ler....

Tempo Mágico...
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui pra frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ela chupou displicente mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices.
Inquieto-me com invejosos tentando destruí quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo pra projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados e deseja tão somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.
O essencial faz a vida valer a pena.
Autor desconhecido.

Eu achei esse texto sensacional! Espero que tenha gostado.
Muito Obrigado por ler Meu... Nosso Blog e até me próximo texto!

sábado, 12 de maio de 2012

Um dia Jorge anda a pé


Conversando com minha mãe...
Aquela conversa gostosa que temos quando sentamos a mesa e comentamos das coisas que passamos pra chegar até onde chegamos...
E em meio as nossas conversas minha mãe soltou essa “Um dia o cavalo morre e o Jorge anda a pé”... Eu rachei de rir e fiquei sem entender o que ela quis dizer com essa frase e passei a pensar sobre isso.
Perguntei a ela o significado. Então disse: “Quando um filho depende muitos dos pais, alguém que depende muito de outra pessoa... Acreditando que tudo é eterno que sempre poderá viver nessa situação. Um dia os pais se vão ou a pessoa a qual depende perde a condição de sustentabilidade... ai é a hora do Jorge andar a pé”.
Isso me deixou tão pensativo que desde o dia em que ela falou até hoje... Fique pensando em como escrever sobre esse assunto.
Não sei se foi o acaso, a necessidade ou se sempre fui assim mesmo... mas eu acredito que a pessoa deve ser por si mesma. Não significa que deve viver só, alias vamos deixar claro que solidão é pra mim a última opção. Gosto da solicitude, a opção de ficar só pra escrever um texto... para ler um livro... até mesmo para navegar na net... Não estou dizendo que você deve viver só sem ninguém que você é auto-suficiente e  não precisa de ninguém... Nada disso!
Mas é muito importante você procurar desenvolver uma base para você se sustentar física e emocionalmente... E procurar ensinar seus filhos, sobrinhos... aqueles que dependem de você hoje, que eles são por eles mesmos e que precisam aprender a ser independentes... Não sei se foi exatamente isso que minha mãe quis me passar... mas foi o que entendi!
Mas ainda hoje quando lembro dela falando a frase dou muita risada... Rssss.
Muito Obrigado por ler Meu... Nosso Blog e até me próximo texto!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Parábola da sogra


Uma das coisas gostosas de escrever no blog é ver a receptividade das pessoas quando escrevo um texto que cai no gosto dos leitores. Então gera comentários, discussão e algumas vezes comentários desagradáveis... Do meu ponto de vista o importante é comentar, pois se comentou, seja positivamente ou negativamente, Leu! E é exatamente o objetivo de quem escreve... saber que foi lido.
Acontece por vezes de receber e-mails sugerindo colocá-los no blog, o que acho bem legal, pois isso dá ao Blog a característica de “Nosso Blog”. E quando não, durante o almoço ou na academia amigos e amigas me trazem sugestões sobre temas. Este texto que escrevi é uma adaptação de uma história que a Sandra me contou na academia. Espero que ela goste e que você também.

Parábola da sogra
Um homem estressa com o fato da sogra estar morando com ele, decide procurar um psicologo para ajudá-lo na questão. Já não aguentando mais e vendo que seu casamento estavam em vias de terminar, por conta da presença da sogra, decidiu então fazer um consulta com um psicologo para conversar sobre o problema.
Chegando no consultória...
- Doutor... Não aguento mais minha sogra morando em casa. Então vim até aqui pedir ajuda, pois já estou entrando em conflito com minha esposa. Minha sogra bagunça minha casa e fica se entrometendo em tudo que faço. É uma peste!
O psicólogo olhou para o homem e disse...
Olha... Vamos fazer o seguinte... Isso com certeza vai te ajudar. Compre um porco e coloque na sala da sua casa. E volte daqui uma semana.
Saindo o homem do consultório, comprou o porco e feito... Levou pra casa. Não completou uma semana do feito, o homem desesperado voltou para o consultório.
- Doutor!!! O bendito do  porco esta destruindo minha casa... Além do cheiro insuportável, dos gases e da bagunça generalizada... Ele rói tudo! É um porcoo mesmo!
O psicologo olhou para o homem e disse...
Bom... Desta vez não vai falhar... Sua sogra vai sair. Tire o porco e compre uma vaca. Coloque uma vaca na sua sala. E volte daqui a uma semana.
O homem achou estranho, mas com um sorriso sarcástico e acreditando no médico... Substitui o porco pela vaca.
Desta vez não chegou nem na metade da semana e o homem voltou ao consultório desesperado... Gritando com o médico.
- Doutor!!! A vaca esta fazendo cada “panela” na minha sala que esta horrível. Não tem espaço pra nada e quando ela se movimenta sai quebrando tudo na minha casa. Esta situação esta insuportável!!! Horrível isso!
O psicologo olhou para o homem e disse...
Faz o seguinte... Tire a vaca. De uma boa limpada na sua casa... Não vamos colocar nenhum animal... Sua sogra fica. Volta daqui uma semana.
Desta vez completou a semana e o homem voltou.
O médico então perguntou:
- O senhor esta bem?
- Sim  doutor. Respondeu o homem.
- E sua sogra? Esta bem?
- Sim esta bem... Até me ajudou a limpar a casa! Esta tudo tranquilo.
- Então... Percebeu que você não tinha problema algum?! Tudo é questão de ponto de vista... Nem sempre os problemas existem, mas fazermos questão de criá-los e sofre com eles.

Espero que você tenha gostado do texto.
Muito Obrigado por ler Meu... Nosso Blog e até me próximo texto!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Valor de nossos pais


Eu recebi este texto com uma forte recomendação a leitura. Algo como: “Isso deve ser de conhecimento de todos!”. Tive que concordar. O texto é realmente lindo.
Infelizmente não sei quem é o autor, não veio com o texto. Leia que lindo e que gostoso de ler. Tem um ensinamento muito profundo e vai valer a leitura. Vamos ao texto :

O Valor de nossos pais...
Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.
Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.
O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.
O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?"
O jovem respondeu, "nenhuma".
O diretor perguntou, "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades ?"
O jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades."
O diretor perguntou, "Onde trabalha a tua mãe?" e o jovem respondeu, "A minha mãe lava roupa."
O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.
O diretor perguntou, "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?", o jovem respondeu, "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu."
O diretor disse, "Eu tenho um pedido.  Hoje, quando voltares, vais e lave as mãos de sua mãe”.
O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos.
A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.
O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos.
Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com água.
Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.
Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe.
Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?"
O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram."
O diretor pediu, "Por favor diz-me o que sentiste."
O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar."
O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado."
Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipa. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.
Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro.
Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho?
Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade  de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim ?
(Autor desconhecido)

Muito Obrigado por ler Meu... Nosso Blog e até me próximo texto!