sábado, 26 de fevereiro de 2011

O Gago na Sorveteria

Um calor daqueles que parece que você esta passeando sobre um vulção... afinal a cidade é Mococa... Interior de São Paulo.

Vamos tomar um sorvete na Milkmoni?

Antes passamos na casa da sobrinha dela para pegá-la e fazer companhia, já que a sobrinha, embora criança não gosta do docê. Algo que pra mim é suigeneris. Mas é verdade... Ela não come docê!

Chegando na Sorveteria fui direito pro balcão, pois queria comer uma banana split. E o sorvete aqui da Milkmoni em Mococa é uma delicia.

Ao meu lado estava um senhor e sua filha. Quando a menina fez o pedido as atendentes se assustaram por que a voz da menina era muito estridente. Eu fiquei tentando entender o por quê eles ficaram daquele jeito, mas quando a menina falou novamente tudo se explicou: Falava de um jeito tão engraçado que é impossível de reproduzir.

Bom.. Pedido feito. Foi a hora do homem fazer o pedido, considerando que até aquele momento ninguém dali havia ouvido a voz dele ainda...
A atendente:
- O que o senhor vai querer?
- Eu queererereeerreerroo didiiiidididi é li é limmmmmão!

Ai foi que não deu! rssss... Ele era tipo muito, mais muito gago mesmo, uma das atendentes ouvindo o som da gageira, perguntou o meu pedido e virou de costas e começou a rir baixinho. Aquelas risadas que você sabe que a pessoa esta se matando de rir mas não pode se entregar, então o corpo rir.

A que estava atendendo, não tinha outra saida a não ser continuar o atendimento. Tomou a postura de volta e perguntou:
- E qual o outro sabor?
- Vovovovooooccceee teeem Ababbbaba...
- Tem assim.
- xxxi.

E pra ficar mais complicada a situação, não podiam fazer nenhum comentário... O cliente estava sentado na mesa saboreando o sorvete.
Ficaram procurando assunto pra não rir. 
Quando o cliente foi embora... Ai sim... riram e começaram comentar  de outras gafes que aconteciam por lá... rimos muitos. Mas  isso são outras histórias...rssss.

Esse foi o meu pedido...

Até meu próximo texto!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Senhorinha de Mauá - Tia Tê

Quantas não são as histórias que ouvidos de nossos amigos, quando saimos para almoçar, principalmente no trabalho ?
Passamos maior parte do tempo de nossas vidas no trabalho. Já imaginou quantas histórias você já contou e já ouviu e nem se lembra de muitas dela?

Já faz um tempo que me lembrei de uma dessas historias dentre tantas outras, que achei considerei contar...

Algum tempo atrás estamos almoçar quando o Vitor Rocha que trabalha comigo contou uma historia interessante e para mim uma daquelas histórias que aquece o coração.

Contou ele que a tia da namorada: Tia Tê, como era conhecida. Tinha o hábito de deixar a porta aberta e os portões sem tranca. Já uma senhora de idade. Morando na Cidade de Maúa-SP, muito tranquila e de fácil conversa, segundo ele, uma senhora daquelas que você passa o dia conversando e nem vai precisar ficar procurando por assunto, a conversa flui tranquilamente e o relogio gira macio e sem pressa.

Certa vez estando ela em casa, dois indivíduos adentraram na casa dele para praticar um assalto. Quando ela percebeu eles entrando em casa, simplemente virou para eles e disse:
- Oi Senta ai na mesa, vou fazer um café pra nós.

Eles ficaram sem ação e sentaram na mesa. Então a senhorinha foi fez o café, pegou biscoitos e serviu aos marginais que a esta hora já não sabiam mais o que fazer. Foi quanto resolveram contar a ela que a intensão deles era assaltá-la.

De repente a senhorinha passou de vítima à conselheira e no processo de aconselhamento ambos começaram a chorar. Não posso afirmar se de maneira convulsiva, mas eu pessoalmente acredito que sim.
Depois deste fato, os rapazes passaram a frequentar a casa da Tia Tê e a auxiliá-la na entregar comida aos meninos e meninas de rua. Um trabalho que Tia Tê fazia diariamente.
Os dois rapazes, a ajudavam semanalmente, só não todos os dias, pois ouviram o conselho daquele dia e conseguiram emprego, simples mas digno.
Quando Tia Tê veio a falecer, ambos foram ao enterro dela.

Ela partiu para o eterno, deixando uma lição sem igual: Tudo o que o ser humano precisa é de amor.
Uma atitude inexperada que mudou a vida de duas pessoas diretamente e de muitas outras indiretamente.

Para o Vitor Rocha este história finalizaria assim... Lembre-se: Não queira o mal a ninguém pois “Sentir rancor é o mesmo que tomar veneno e esperar que o outro morra!”

Eu achei esta historia fantástica...Sensacional!
Bom... Fiquem a vontade de para comentar...

Um Abraço e até meu próximo texto!


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A Salada Ceasar

Em um domingo ensolarado, daqueles que você não teve como viajar porque teve compromissos com a faculdade... Não eu, mas ela... E resolvemos sair pra passear e dar uma volta na mais paulista das avenidas: A Avenida Paulista.

Paramos o carro no estacionamento Shopping Pátio Paulista e saimos do shopping em direção a Consolação caminhando pela Avenida Paulista. E sim... Como diz Ela... Saimos romanticamente para fazer uma caminhada.

Passamos pela Casa das Rosas, o Sesc, o Hospital Santa Catarina, o Itaú Cultural, o Instituto Pasteur ... Chegamos na Brigadeiro. E continuando... a Fnac, a Gazeta, o Prédio da FIESP, o Banco Bradesco... Parque Trianon e MASP... e sim caminhando... continuamos. A esta altura, decidimos que seria legal almoçar no SUBITO, um restaurante muito gostoso que fica no Conjunto Nacional. E depois dar uma passar na Livraria Cultura e ver se tinha alguma peça no Teatro da Livraria.

Chegamos ao Restaurante, achamos nossa mesa, sentamos. O garçom prontamente nos deu o cardápio e então escolhemos nossos pratos. Enquanto aguardávamos nossos pratos, sentaram-se na mesa ao lado duas senhoras. Muito aculturadas com um diálogo difícil e prolixo a respeito de marketing, produção e parari e parara... Elas conversavam num tom um pouco mais alto que o nosso que não dava para não prestar atenção.

Chegamos ao Restaurante, achamos nossa mesa, sentamos. O garçom prontamente nos deu o cardápio e então escolhemos nossos pratos. Enquanto aguardávamos nossos pratos, sentaram-se na mesa ao lado duas senhoras. Muito aculturadas com um diálogo difícil e prolixo a respeito de marketing, produção e parari e parara... Elas conversavam num tom um pouco mais alto que o nosso que não dava para não prestar atenção.


O garçom chegou entregou o cardápio para elas e a primeira, mau olhou para o cardápio e disse para a outra:

- Eu queria comer... Assim... Uma salada um coisa mais leve. Não queria comer carne não...
A Outra:
- Vamos pedir esta aqui ô: Salada Ceasar!
A primeira:
- Mas tem frango...
Chegou o Garçom
- Pois não? O que desejam?
A Outra:
- Bom trás pra nós uma Salada Ceasar, mas sem frango.
O Garçom:
- E pra beber?

E finalizaram o pedido. Neste ínterim, chegaram nossos pratos, Meu e da Elaine. Já tínhamos andado bastante e naquela altura do campeonato a fome esta pegando.
Começamos a comer e entramos em uma conversa gostosa que nem prestamos mais atenção nas senhoras, salvo algumas vezes que o tom subia um pouco.
Terminamos de comer e logo em seguida, senão me engano quase que concomitante, elas terminaram também e pediram a conta também.

As contas chegaram juntas... Ai a conversa com o Garçom nos chamou a atenção.
A Outra:
- Nossaaa! Mas esta conta esta cara! Só pedimos uma salada. Só teve folhas aqui!
A primeira:
- Esta muito caro! Não deveria cobrar apenas a salada. Vocês estão cobrando a Salada como o file de frango. Como se estive completa. Nós pedimos apenas a salada. Poderia chamar o Gerente, por favor?

O Garçom não teve dúvida, alias, nem precisou chamar como veemência, afinal, O Gerente já esta ao lado. E quanto o imbróglio se resolvia, nos aguardávamos para fazer o nosso pagamento.

A primeira:
- O Senhor não acha que esta muito cara esta conta? Só pedimos a salada!!!
O Gerente:
- Senhora, o valor cobrado é do prato pedido. Nós colocamos frango e a opção de retirar o frango e alterar o prato foi de vocês, sendo assim, cobramos o prato normalmente. Vocês quem escolheram tirar o frango.

E nós ao lado, olhamos um para o outro e sem precisar falar, pensamos: É verdade, o Gerente esta certo. Foram elas quem escolheu retirar o frango.
Elas logo entenderam o que acontecem, não concordam, mas não criaram caso e pagaram a conta.
A moral dessa história para a Elaine seria: "Tudo na vida é resultado de escolhas... Tente analisar as consequências de suas escolhas".
E pessoalmente faço uma ponderação e pergunta: De acordo com o que foi pedido, esta logicamente correto. Mas é Ético?

Bom... Fiquem a vontade de para comentar...

Um Abraço e até meu próximo texto!


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

PECE Programa de Educação Continuada... Escola Politécnica da USP.

Recebi um folheto pelo correio referente a um curso de pós-graduação... MBA em Tecnologia da Informação.

Olhando para o papel e li: PECE Programa de Educação continuada da Escola Politécnia da USP.
Pensei: Que legal?! Um curso de MBA na USP... Sensacional!!!

Resolvi investigar um pouco mais e encontrei no site e encontrei 9 cursos de MBA:
- Automação Industrial
- Energia
- Engenharia e Gestão de Manufatura e Manutenção
- Engenharia Financeira
- Gestão e Engenharia da Qualidade
- Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços
- Gestão e Tecnologias Ambientais
- Tecnologia da Informação
- Tecnologia de Software

E mais 6 cursos de pós-graduação:
- Direito e Tecnologia da Informação
- Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética
- Engenharia de Segurança do Trabalho
- Engenharia de Soldagem
- Gestão de Projetos de Sistemas Estruturais - Edificações
- Tecnologia Metroferroviária

E mais de uma dúzia de Programas de Treinamento que recomendo entrar no site para verificar.

Mas o que mais me chamou a atenção, no entanto, foram os cursos de EAD, tem: um curso de especialização, um MBA e mais dois Programas de treinamento. São eles:
- Gestão e Tecnologias Ambientais - MBA.
- Engenharia de Segurança do Trabalho - Especialização
- Higiene Ocupacional - Programa de Treinamento
- Matemática Financeira - Programa de Treinamento

Eu liguei para a universidade e perguntei qual o custo do curso de MBA em Tecnologia da Informação. O valores passados foram 24 parcelas de R$ 865,00. Valor total do curso = R$ 20.760,00.
Forma de pagamento: Boleto Bancário.
Uma turma começa em 28/fev/2011.
Perguntei se tinham descontos... Nada feito. Parceria? Não. Convenio? Não.

Você faz o curso Na USP na Escola Politécnica, no edifício de minas e petróleo, perto do portão II. Tem o mapa no site.

E veja que interessante... São duas vezes por semana. Você tem que deixar as terças, quartas ou quintas-feiras disponíveis, pois pode variar. Você gostou?!! Eu particularmente: Não.

Conversando com o Flavio Julião pediu para perguntar qual era a classificação do curso de pós-graduação pelo MEC. Recebi como resposta: É USP!!!

Bom... Fique a vontade para comentar.

Até meu próximo texto!